sexta-feira, 15 de março de 2013

Cap. Gino Struffald

Uma pequena homenagem a este 1º ano do falecimento do Cap. Gino Struffald. Herói de guerra em 1932 e depois na 2ª Grande Guerra, ambas em nome e defendendo o nome do Brasil. Paulista e idealista, teve uma vida dedicada a melhoria de nossa nação.
Faleceu aos 98 anos de idade, presidente de Honra da Sociedade Veteranos de 1932 - M.M.D.C.
 
 

quinta-feira, 14 de março de 2013

|NOTA DE FALECIMENTO

Comunicamos que o Major PM Sergio Justino Ferreira, de 102 anos (nascido em 02/05/1910), que participou da Revolução Constitucionalista de 1932, faleceu nesta data às 8:30hs no Hospital São Francisco de Assis, em Jacareí/SP. O velório será realizado na Organização Campo Santo sita à Rua Olímpio Catão, na cidade de Jacareí. O enterro sairá as 8:30hs e o sepultamento será em Jacareí.

Att.

Major PM Ismael Xavier de Oliveira - Diretor
Associação dos Oficiais Militares do Estado de São Paulo
6ª Regional - Jacareí Tel. (12) 3961-9230 / Tel./Fax. (12) 3951-7346

terça-feira, 5 de março de 2013

|CONVITE|

Segue o convite para a inauguração da praça Capitão Gino Struffaldi, no dia 16 de março de 2013, Sábado, às 10h em São Paulo-SP. Contamos com a presença de todos para prestigiar a memória do nosso querido e eterno "menino de 32"!.

sexta-feira, 1 de março de 2013

|ENSAIO: Uma Entrada Triunfal|

|Um ensaio sobre a história das idéias do povo paulista| - Parte I
 
Para entender o movimento de 1932 em sua plenitude, que a meu ver vai muito além de questões constitucionalistas, é importante tentar ter um parâmetro geral da História do Brasil considerando a História de São Paulo, e assim conseguir chegar a algumas conclusões sobre 1932 e entender sua importância para a época e para a atualidade.
A ausência desta reflexão mais abrangente pode acarretar em má interpretação dos fatos que geraram e mantiveram 32, como pode ser visto em inúmeros trabalhos acadêmicos ou não. Essa má interpretação dos fatos provoca equívocos e erros sobre a História Paulista que acabam por prejudicar a compreensão do porque o Paulista não esquece essa História e o porquê de muitos, durante muito tempo, tentam colocar essa questão como eixo primordial da História do Brasil.
Com esta série de pequenos ensaios, sempre considerando as idas e vindas, baixos e altos, cultura, idéias, administração e política, analisando como um todo a história paulista e brasileira, observando textos acadêmicos, outros de níveis mais baixos (em quesito de metodologia), diálogos que venho tento com colegas, relatos de testemunhos de combatentes e civis que viveram em 1932, uma forma que eu acredito que deva ser feita toda a História de qualquer assunto, povo, estado, etc. E assim espero esclarecer certos aspectos ainda obscuros no imaginário popular e mentes de intelectuais.
Em resumo quero desvendar a mente do paulista do inicio do Século XX e expor toda a cultura que este povo vinha acumulando até o momento.
 
O elo perdido da História de São Paulo.
Inicialmente temos em 1532 a fundação oficial da Vila de São Vicente, um marco da História do Brasil que significou que os Portugueses de fato iriam iniciar um processo de colonização aqui, mandando um recado aos franceses, que aqui já chegavam e iam se instalando, que a terra tinha dono e era de Portugal.
A partir daí São Paulo, ou sua região, some da História do Brasil, que em linhas gerais passa pelo norte e nordeste, atrás da cana-de-açúcar e da borracha, assim como do comercio de escravos e especiarias, vem ao centro sul atrás do ouro das serras de Minas Gerais e Goiás. Só muito depois, praticamente no século XIX que as atenções se voltam para São Paulo com o inicio de uma industrialização do setor da produção de Açúcar a de aguardente e a grande produção do café, e sua entusiasmada oligarquia republicana.
 
 

Digo que São Paulo some da história do país não porque não aconteceu nada de interessante por aqui, muito pelo contrario São Paulo surge na História Oficial do Brasil no Século XIX como uma grande potência, berço de coronéis e políticos que controlavam com mãos de ferro a nação. Então logo devem ter acontecido muitas coisas por essas bandas, porém foram acontecimentos que são importantes para a compreensão da formação da identidade do Paulista e não do brasileiro, fazendo muitos não se interessem por  São Paulo neste período.
E é exatamente para este meio tempo, entre o descobrimento e o estopim da Revolução de 1930, que quero chamar a atenção de todos.
Quem é esse povo que se intitula “Bandeirante”, “Pioneiro” que se acha na autoridade de tomar decisões pelo resto do país? O que aconteceu com o território hoje chamado de São Paulo para entrar tão abruptamente na História do Brasil? O que fez o Paulista se achar capaz de domar o País como domava seus cavalos?
 
 
 
Esses são as principais questões que busco compreender. E as respostas? Busco em textos diversos de todas as áreas, de todos os tipos, e passo para imagens, vídeos e áudios, mas elas parecem não existir. Sempre parece que falta um pedaço, o elo perdido da História de São Paulo.
E outra coisa que me intriga é: Podemos dizer que o Paulista ainda permanece com essa mesma identidade do Paulista  “Bandeirante”, “Pioneiro” e “Revolucionário” do inicio do XX?

João Marquezini
Secretário M.M.D.C. Itapira
Marquezini.jp@gmail.com